Um caminho de reconexão com o ventre, a ciclicidade, a ancestralidade feminina e o Sagrado.
Há saberes que não chegam apenas pela mente. Precisam ser sentidos no corpo, atravessados pela experiência e reconhecidos dentro de nós.
A Formação Guardiãs do Ventre é um convite para aprofundar a relação com o feminino através da experiência dos ciclos, dos arquétipos e da vivência ritualística.
Ao longo desse caminho, você também receberá e aprenderá a transmitir o Ritual do Útero, tornando-se parte de uma corrente de mulheres que mantém viva essa transmissão.
Nesta formação, olhamos para o ventre para além de sua dimensão física. Reconectar-se com esse território é também abrir espaço para perguntas:
O que vive em mim?
O que herdei?
O que escolho continuar carregando?
O que desejo criar daqui para frente?
Mais do que procurar respostas prontas, este caminho convida cada mulher a desenvolver uma escuta mais íntima de si.
Não somos iguais todos os dias.
Nossa energia, necessidade de contato, criatividade, introspecção, percepção e forma de estar no mundo podem mudar ao longo do ciclo.
A formação apresenta as quatro grandes fases do ciclo feminino e sua relação com as fases lunares e os arquétipos
Durante a formação, a Mandala Lunar será uma das ferramentas de observação da própria ciclicidade.
Ela permite registrar, ao longo dos dias acontecimentos e outros aspectos que cada mulher considere importantes observar.
Não se trata de encaixar todas as mulheres em um mesmo modelo.
Trata-se de começar a reconhecer o seu próprio ritmo.
Outro caminho que atravessa a formação é o encontro com as 13 Anciãs.
Cada Lua é associada a uma qualidade e a uma forma de relação com a Verdade, compondo um caminho de amadurecimento, transformação e pertencimento à Irmandade das Mulheres.
O chamado da Guardiã, o Sagrado Feminino, a memória feminina e o ventre como espaço de criação e potência.
Ciclicidade feminina, fases da Lua, arquétipos e a prática da Mandala Lunar.
As 13 Anciãs, ancestralidade feminina e práticas de presença, escuta, meditação e conexão com o ventre.
A origem e o significado do Ritual do Útero, a preparação do espaço ritual e a experiência da iniciação.
Aprender a compartilhar o Ritual do Útero com outras mulheres e integrar a responsabilidade de tornar-se Guardiã.
Meu caminho com o Sagrado Feminino não nasceu apenas de estudos ou formações. Ele foi sendo construído através das minhas próprias travessias como mulher, da experiência com grupos femininos, dos rituais, dos ciclos e dos muitos encontros em que mulheres se sentaram juntas para recordar algo que parecia ter sido esquecido.
Ao longo dos anos, diferentes práticas e caminhos foram se encontrando nesse trabalho. Hoje, através da Academia do Sagrado, compartilho essas experiências não como respostas prontas sobre o que significa ser mulher, mas como possibilidades de reconexão, percepção e vivência.
A experiência continua quando existe espaço para compartilhar, praticar, refletir e permanecer em contato com outras mulheres que também escolheram percorrer esse caminho.
Um espaço de continuidade, troca e integração para que aquilo que foi vivido na formação possa seguir encontrando lugar na sua caminhada.
Ao entrar na Formação Guardiãs do Ventre, você terá acesso a todo o percurso vivencial da formação, aos materiais que acompanham essa jornada e à iniciação para receber e aprender a transmitir o Ritual do Útero.
A moeda apresentada no checkout poderá ser ajustada automaticamente de acordo com o país e as condições disponíveis para a compra.
Você terá 7 dias de garantia incondicional a partir da confirmação da compra.
Se, dentro desse período, perceber que esta formação não é para você, poderá solicitar o cancelamento e o reembolso do valor pago, conforme as condições da plataforma de pagamento.
Antes de sustentar um espaço para outra mulher, existe um movimento anterior: reconhecer e habitar o próprio feminino.
Ser Guardiã do Ventre não é apenas aprender um ritual.
É desenvolver uma relação mais consciente com o corpo, com os próprios ciclos, com a história que carregamos e com a dimensão simbólica e espiritual do ventre.
É aprender a escutar.
A perceber os ritmos.